Há dez anos que não
houve reajuste salarial no
sector
privado – Diz o líder
Sindical Santomense

20.01.2026 - O
Secretário-geral da
Organização Nacional dos
Trabalhadores de São
Tomé e Príncipe),
Central Sindical,
defendeu e lamentou esta
semana na capital
são-tomense que já lá
vão cerca de dez (10
anos) que não se procede
ao reajuste salarial no
sector privado
Santomense.
João Tavares, fez esta
declaração, no final do
encontro entre o Governo
e o Conselho de
Concertação Social,
tendo sublinhado que,”
existe a necessidade de
rever a actual lei que
estabelece o salário
mínimo no sector
privado, e espera que
esta matéria seja
discutida na próxima
secção extraordinária
com o governo”.“
Este, ou o presente
orçamento, não tem
novidades da continuação
daquilo que foi acordado
no ano transacto em 2025
sobre o salário no
sector público, no
entanto, para o sector
privado, está agendado
para a próxima reunião
para se discutir a
questão de melhoria
deste salário mínimo ao
nível do sector
privado”.O líder da
Central Sindical, diz
ainda que foi desde o
ano 2016 que se fez o
reajuste salarial no
sector privado, com
isto, a necessidade de
rever a actual lei que
estabelece o salário
mínimo sector privado
público.
A situação
socioeconómica, política
e laboral, as grandes
linhas de orientação do
plano, os pontos
essenciais do Orçamento
-Geral do Estado -( OGE),
e bem como a sua
execução , são dentre
outros assuntos que
foram dominados, e
estavam em cima da mesa
esta segunda-feira,
entre o Governo e o
Conselho de Concertação
Social.
No âmbito deste encontro
entre as duas partes, o
Secretário-geral da
Organização da União
Nacional dos
Trabalhadores de São
Tomé e Príncipe, a
Central Sindical,
explica ainda que, esta
reunião surge no âmbito
de preparação do
Orçamento -Geral de
Estado para o presente
ano económico 2026, e
que permitiu analisar
questões relevantes para
o país, como da saúde, a
questão energética que
tem trazido alguns
constrangimentos para o
sector económico, e para
toda a população
Santomense.
Face a toda esta
situação no que toca aos
indicadores económicas
registados no ano
passado 2025, João
Tavares defende que não
se registou qualquer
melhoria sócio
-económica ao nível dos
trabalhadores que
justifique a ausência de
reajuste, o que se torna
necessário adoptar
outras medidas para
evitar a perda do poder
de compras ao nível
geral.
Por: Adilson Castro
