São
Tomé
e
Príncipe
vai
estar
debaixo
de
lupa
internacional
total
nestas
eleições

São
Tomé,
25
de
Setembrode
2026
-
Vicente
Ehate
Tomi
já
está
em
São
Tomé
para
liderar
operação
internacional
que
vai
fiscalizar
tudo
- da
campanha
à
contagem
de
votos
. Em
cima
da
hora
e
com
o
país
em
tensão
eleitoral
máxima,
a
CPLP
lançou
a
sua
artilharia
pesada
para
as
eleições
de
Domingo.
O
antigo
primeiro-ministro
da
Guiné
Equatorial,
Vicente
Ehate
Tomi,
foi
nomeado
chefe
da
missão
de
observação
da
Comunidade
dos
Países
de
Língua
Portuguesa
(CPLP)
às
eleições
legislativas,
autárquicas
e
regionais
de
27
de
Setembro,
anunciou
a
organização
esta
quinta-feira,
24.
Não
é
uma
missão
qualquer.
São
29
observadores
internacionais
no
terreno,
já
espalhados
pelo
país,
com
ordens
para
acompanhar
milimetricamente
a
fase
final
da
campanha,
o
dia
da
votação,
a
contagem
voto
a
voto
e o
apuramento
parcial
dos
resultados.
A
missão
é um
verdadeiro
exército
diplomático,
montado
para
não
deixar
escapar
nada.
Integra
diplomatas
e
técnicos
de
elite
indicados
por
todos
os
Estados-membros
da
CPLP,
deputados
experientes
da
Assembleia
Parlamentar
da
CPLP
e
representantes
de
peso
da
Assembleia
Nacional
de
Angola,
do
Senado
da
Guiné
Equatorial,
da
Assembleia
da
República
de
Moçambique
e da
Assembleia
da
República
de
Portugal,
além
de
funcionários
do
secretariado
executivo
da
CPLP.
É
uma
estrutura
com
poder
de
fogo
diplomático
para
fiscalizar
desde
comícios
até
a
última
ata
de
apuramento.
A
CPLP,
formada
por
Angola,
Brasil,
Cabo
Verde,
Guiné-Bissau,
Guiné
Equatorial,
Moçambique,
Portugal,
São
Tomé
e
Príncipe
e
Timor-Leste,
não
está
sozinha
nesta
operação.
São
Tomé
e
Príncipe
vai
estar
debaixo
de
lupa
internacional
total
nestas
eleições.
Além
dos
29
observadores
da
CPLP,
já
estão
no
terreno
as
missões
da
União
Europeia
e do
Parlamento
Europeu,
da
União
Africana,
dos
países
do
G7+
e da
Comunidade
Económica
dos
Estados
da
África
Central
(CEEAC).
Nunca
o
país
teve
tanta
vigilância
externa
junta.
Na
corrida
final
de
Domingo,
segundo
dados
da
agência
Lusa,
estão
quatro
forças
com
assento
parlamentar
que
disputam
cada
voto:
a
ADI
(Acção
Democrática
Independente),
o
MLSTP
(Movimento
de
Libertação
de
São
Tomé
e
Príncipe),
a
coligação
MCI/PUN
(Movimento
de
Cidadãos
Independentes
/
Partido
de
Unidade
Nacional)
e o
Movimento
Basta.
Com
cinco
missões
internacionais
a
vigiar
cada
urna
e
cada
boletim,
a
mensagem
é
clara
para
todos
os
atores
políticos:
fraude
vai
ser
missão
impossível.
Pela
redação
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