O
tempo
mudou:
Fenómeno
"Banho"
enfraquece
cada
vez
mais
em
São
Tomé
e
Príncipe

São
Tomé,
18
de
Setembrode
2026
-Campanha
eleitoral
de
2026
é de
coluna
e
música,
tempo
mudou
mesmo
em
São
Tomé
e
Príncipe.
Se
nas
eleições
passadas
o
"banho"
era
lei,
hoje
o
fenómeno
enfraquece
a
cada
campanha.
E em
2026,
praticamente
desapareceu.
As
lojas
ficavam
vazias.
Arroz,
óleo,
cerveja,
frango,
tudo
acabava
porque
era
comprado
para
dar
ao
povo.
Era
banho
que
se
via
e se
sentia
no
bolso.
Hoje,
na
campanha
para
as
eleições
de
27
de
setembro,
com
7
partidos
na
corrida,
o
cenário
é
outro.
ADI,
MLSTP,
MCI-PS/PUN,
Basta,
PCD,
MDFM
e
Nossa
Terra:
nenhum
está
a
soltar
banho
de
verdade.
O
que
o
povo
vê e
ouve
nas
ruas
de
São
Tomé
é
apenas
a
carrinha
com
coluna
em
cima,
som
no
máximo,
música
de
campanha
a
passar.
Barulho
há
muito.
Banho,
quase
nada.
Para
muitos
ativistas,
é
sinal
de
duas
coisas:
os
partidos
estão
sem
dinheiro
e o
eleitor
santomense,
sobretudo
os
jovens
que
são
maioria
entre
os
146
mil
eleitores,
já
está
cansado
de
votar
por
50
dobras.
Será
que
estamos
perante
o
fim
do
banho
em
São
Tomé
e
Príncipe?
Ou o
banho
está
só
guardado
para
os
últimos
dois
dias,
como
manda
a
tradição
santomense?
O
certo
é
que,
por
agora,
o
tempo
mudou.
E o
banho
enfraquece
cada
vez
mais.
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