Bomba
nas
legislativas:
Tribunal
Constitucional
chumba
listas
do
MCI
PUN
por
falcificação
de
assinaturas

São
Tomé,
16
de
Setembrode
2026
-
Coligação
dos
Irmãos
Monteiros
só
pode
concorrer
em
Água
Grande,
Caué
e
Príncipe
e
perde
32
mandatos
em
disputa
São
Tomé
- A
uma
semana
do
arranque
oficial
da
campanha
eleitoral,
o
Tribunal
Constitucional
deu
um
golpe
duro
na
coligação
MCI-PS-PUN.
Em
despacho
lido
pelo
Presidente
do
Tribunal,
o
Juiz
Conselheiro
Artur
Vera
Cruz,
o TC
declarou
que
a
coligação
que
elegeu
5
deputados
em
2022
apresentou
"candidaturas
falsas"
para
as
legislativas
de
27
de
Setembro.
O
escândalo
rebentou
após
denúncias
dos
próprios
visados.
“Não
recebemos
denúncias
de
candidatos
do
mesmo
partido,
algumas
foram
deduzidas
por
escrito
afirmando
que
em
momento
algum
foi
convidado
para
integrar
a
lista
e
ficou
surpreso
ao
ver
o
seu
nome
na
lista
conforme
o
edital
do
Tribunal
Constitucional,
portanto,
isto
incorre
numa
falsificação
de
assinaturas”,
afirmou
Artur
Vera
Cruz.
Segundo
o
Tribunal,
após
averiguação,
ficou
provado
que
a
maioria
das
declarações
de
aceitação
de
candidatura
tinham
assinaturas
falsas.
Com
base
no
artigo
34º,
nº2,
alínea
da
Lei
Eleitoral,
que
obriga
a
provar
a
vontade
expressa
do
candidato
em
integrar
a
lista,
o TC
invalidou
as
listas.
O
CASTIGO:
Dos
55
mandatos
em
jogo,
o
MCI-PS-PUN
só
poderá
disputar
23:
Água
Grande:
13
mandatos
Caué:
5
mandatos
Região
Autónoma
do
Príncipe:
5
mandatos
Fica
de
fora
de
Mé-Zóchi,
Cantagalo,
Lobata
e
Lembá.
A
decisão
sai
à
meia-noite
de
12
de
Setembro,
data
marcada
para
o
início
da
campanha
para
as
Legislativas,
Autárquicas
e
Regional
do
Príncipe.
O
Jornal
Transparência
tentou
contactar
a
liderança
do
MCI-PS-PUN
para
reação,
sem
sucesso
até
ao
fecho
desta
edição.
Pela
Redacção
do
Jornal
Transparência
Po:
Adilson
Castro
