Lusíada atinge marco
histórico com
18.ª cerimonia de graduação

São Tomé, 29 de julho de
2026 – A
Universidade Lusíada de
São Tomé e Príncipe
viveu este fim de semana
um dia duplo de festa. A
instituição realizou a
sua 18.ª cerimónia de
graduação e, ao mesmo
tempo, celebrou 20 anos
de existência a formar
quadros para o país.
Ao todo, 37 novos
licenciados receberam as
suas insígnias numa
cerimónia carregada de
simbolismo e emoção. O
evento contou com a
presença de altas
figuras do Estado. O
destaque foi para o
Presidente da República,
Carlos Vila Nova, que
prestigiou a cerimónia.
A presença das
autoridades sublinhou o
papel estratégico da
Lusíada na formação de
recursos humanos e no
desenvolvimento
nacional. Para o Governo
e para a sociedade, a
universidade já é
referência obrigatória
no ensino superior
são-tomense.
DISCURSOS FOCADOS EM
ÉTICA, RESPONSABILIDADE
E FUTURO DO PAÍS -
Os discursos da
cerimónia não fugiram ao
momento. As intervenções
destacaram três pilares:
educação, ética e
responsabilidade. A
mensagem aos novos
graduados foi clara: o
diploma é mais do que um
título. É um compromisso
com a construção de um
São Tomé e Príncipe mais
desenvolvido, justo e
exigente.
Os 37 licenciados foram
chamados a serem agentes
de mudança nas suas
áreas. 20 anos a
semear conhecimento no
Aequipélago. Com duas
décadas de história, a
Universidade Lusíada
consolida-se como uma
das instituições de
ensino superior mais
antigas e ativas do
país.
Ao graduar mais 37
quadros, a Lusíada
reforça a sua missão de
qualificar jovens e
contribuir diretamente
para os desafios do
arquipélago. O repto
agora lançado aos novos
licenciados é
transformar o
conhecimento em ação
para o bem comum.
NOVA GERAÇÃO PRONTA
PARA ASSUMIR O FUTURO
- Fechado o ciclo
académico, começa agora
o ciclo profissional
para os 37 graduados.
Num país que precisa de
competência e visão, a
expectativa é que esta
nova geração assuma
lugares de liderança e
leve para o mercado de
trabalho os valores
defendidos pela
universidade. 20 anos
depois, a Lusíada
continua a formar o
futuro de São Tomé e
Príncipe.
Por: João Soares
