Preservar a Aspiração
Original Centenária e
Construir
Juntos um Futuro de
Cooperação

04.07.2026
- Este ano
assinala-se o 105.º
aniversário da fundação
do Partido Comunista da
China (PCCh). Ao longo
dos seus 105 anos de
história, o Partido tem
permanecido fiel à
aspiração original e a
missão fundadora de
lutar pelo bem-estar do
povo chinês e do
rejuvenescimento da
nação, tendo sempre como
objetivo dar uma vida
melhor ao povo.
I. Da aspiração original
do Partido à luta pela
modernização chinesa
Quando o Partido
Comunista da China foi
fundado, em julho de
1921, a China
encontrava-se mergulhada
na pobreza e na
fraqueza, enquanto o
povo chinês vivia numa
sociedade semicolonial e
semifeudal.
O país era humilhado, o
povo sofria e a
civilização chinesa, com
mais de cinco mil anos
de história, enfrentava
adversidades sem
precedentes. Foi nesse
contexto que a
concretização da grande
revitalização da nação
chinesa passou a
constituir a maior
aspiração do povo e da
nação, tornando-se
igualmente a aspiração
original e a missão
fundadora do Partido
Comunista da China.
Após o esforço árduo e
extraordinário, e tendo
passado pelas provações
da Expedição do Norte,
da Guerra Revolucionária
Agrária, da Guerra de
Resistência do povo
chinês contra a Agressão
Japonesa e da Guerra de
Libertação, o Partido
Comunista da China
conduziu o povo chinês à
derrota das tr ês
grandes forças
opressoras—o
imperialismo, o
feudalismo e o
capitalismo
burocrático—e fundou, em
outubro de 1949, a
República Popular da
China.
Ao longo de mais de 70
anos desde a fundação da
Nova China, sob a
liderança do Partido
Comunista da China, o
país criou dois grandes
milagres—o rápido
desenvolvimento
económico e ao mesmo
tempo, a estabilidade
social constante.
A China já é a segunda
maior economia do mundo,
ocupa há vários anos o
primeiro lugar mundial
nas trocas comerciais, e
tem um rendimento
nacional bruto per
capita de 13.8 mil
dólares americanos e uma
esperança média de vida
da população para 78,6
anos.
É também o único país do
mundo que possui todas
as seções da
classificação industrial
das Nações Unidas,
compostas de 41
divisões, 207 grupos e
666 classes,tendo
concluída uma
industrialização que os
países capitalistas
ocidentais levaram
vários séculos a
concretizar, e através
dum caminho único de
desenvolvimento pacífico
e independente. II. Da
construção da China à
contribuição para o
mundo.
A modernização chinesa,
sob a liderança do
Partido Comunista da
China, não só
proporciona uma vida
melhor ao povo chinês,
como também contribui
para o desenvolvimento
mundial.
A China eliminou pela
primeira vez na história
a pobreza absoluta,
librando a quase 800
milhões de gente da
pobreza, o qual
alcançou, com 10 anos de
antecedência, a meta de
redução da pobreza
estabelecida na Agenda
2030 para o
Desenvolvimento
Sustentável da
Organização das Nações
Unidas—Uma contribuição
única para a causa
mundial da erradicação
da pobreza na história
humana.
A China alimenta cerca
de 20% da população
mundial com apenas 9%
das terras aráveis e 6%
dos recursos de água
doce do mundo, dando uma
importante contribuição
para a salvaguarda da
segurança alimentar
global.
A China lançou a
Iniciativa Cinturão e
Rota cuja vitalidade
está a ser testemunhada
por mais de 200
documentos de cooperação
com mais de 150 países e
mais de 30 organizações
internacionais,
injetando um forte
impulso na conectividade
internacional e no
desenvolvimento comum. A
China segue firmemente o
caminho do
desenvolvimento verde, e
promove constantemente a
florestação, o
reflorestamento e o
combate à
desertificação.
O país contribuiu com
mais de 25% do aumento
da área verde do
planeta, sendo que uma
em cada quatro novas
folhas verdes do mundo
provém da China. O
volume das reservas
florestais ultrapassa os
20 mil milhões de metros
cúbicos, fazendo da
China o país com o maior
crescimento dos recursos
florestais e a maior
área de florestação
artificial do mundo,
prestando uma importante
contribuição para o
combate global à
desertificação e às
alterações climáticas.
A China promove
ativamente a transição
energética verde e de
baixo carbono. A
capacidade instalada de
energias renováveis
atingiu 2,16 mil milhões
de quilowatts—mais de
40% do total mundial. O
país estabeleceu o maior
mercado do mundo de
comércio de direitos de
emissão de carbono em
termos de cobertura das
emissões de gases com
efeito de estufa.
A capacidade instalada
de energia eólica e
solar fotovoltaica ocupa
o primeiro lugar no
mundo durante vários
anos consecutivos,
enquanto a produção e as
vendas de veículos de
nova energia mantêm a
liderança mundial
durante uma década,
injetando continuamente
um forte dinamismo na
transição verde e de
baixo carbono à escala
global.
A contribuição da China
para o crescimento
económico mundial tem-se
mantido em cerca de 30%
ao longo do tempo.
Num contexto
internacional marcado
por crescentes
turbulências económicas
e comerciais, a China
implementou
unilateralmente uma
política de tarifa zero
para todos os países
africanos com relações
diplomáticas com a
China, desempenhando um
papel importante na
recuperação da economia
mundial e na
estabilidade das cadeias
industriais e de
abastecimento globais.
Sob a liderança do
Partido Comunista da
China, a China tem
seguido, de forma firme,
uma política externa
independente de paz.
Sendo o único país que
consagra na sua
Constituição o
compromisso de seguir o
caminho do
desenvolvimento
pacífico, a China
mantém-se firmemente
empenhada na salvaguarda
da ordem internacional
tendo as Nações Unidas
no seu centro.
A China tem apoiado,
através de ações
concretas, o verdadeiro
multilateralismo e a
causa da paz
internacional. Em 1954,
na Conferência de
Bandung, a China
formulou os Cinco
Princípios da
Coexistência Pacífica. E
72 anos depois, o país é
o segundo maior
contribuinte para o
orçamento regular das
Nações Unidas e o maior
contribuinte de tropas
para as missões de paz
entre os membros
permanentes do Conselho
de Segurança.
Sob a orientação do
Pensamento de Xi Jinping
sobre a Diplomacia, a
China persiste em
promover a construção de
um novo tipo de relações
internacionais e da
Comunidade com Futuro
Compartilhado para a
Humanidade, defende um
mundo multipolar
igualitário e ordenado e
uma globalização
económica universalmente
benéfica e inclusiva, e
contribui continuamente
com estabilidade e
energia positiva para um
mundo marcado por
transformações e
turbulências.
Nos últimos anos, o
Presidente Xi Jinping
apresentou a importante
visão da construção da
Comunidade com Futuro
Compartilhado para a
Humanidade, bem como as
quatro Iniciativas
Globais, oferecendo a
sabedoria e as propostas
da China para o mundo
atual para superar os
desafios do
desenvolvimento e
aperfeiçoar a governação
global. III. Forjar a
profunda amizade entre a
China e África na
solidariedade e na
cooperação.
O Partido
Comunista da China
sempre valoriza a
amizade tradicional com
os países africanos.
Este ano assinala-se o
70.º aniversário do
estabelecimento das
relações diplomáticas
entre a China e os
países africanos.
Ao longo destas 7
décadas, sob a liderança
de sucessivas gerações
de dirigentes chineses e
africanos, a China e
África apoiaram-se
mutuamente na luta pela
independência nacional,
na salvaguarda da
soberania dos seus
Estados e no avanço da
modernização nacional,
forjando uma profunda
amizade e alcançando
numerosos resultados
concretos de cooperação,
visíveis e tangíveis,
que beneficiam a
população e promovem o
desenvolvimento comum.
Desde a construção
conjunta, na década de
1970, da Ferrovia
Tanzânia–Zâmbia
(TAZARA), pelos povos da
China, da Tanzânia e da
Zâmbia, conhecida como a
«Estrada da Liberdade» e
a «Estrada da Amizade»,
à inauguração do Centro
de Conferências da União
Africana, construído com
o apoio da China, até
aos numerosos projetos
de cooperação hoje
realizados nas áreas das
ferrovias, rodovias,
portos, energia,
educação, saúde,
instalações desportivas
e centros de
demonstração agrícola, a
cooperação sino-africana
tem-se mantido sempre
orientada e centrada no
bem-estar dos povos, e
ajudar os países
africanos a reforçar a
sua capacidade de
desenvolvimento
autónomo.
A cooperação entre o
Partido Comunista da
China e os países
africanos está sempre
voltada para o futuro.
Em 2024, a Cimeira de
Beijing do Fórum de
Cooperação China-África
(FOCAC) elevou as
relações China-África
para uma comunidade
China-África de futuro
compartilhado para a
nova era em todas as
condições. Ambas as
partes acordaram em
promover conjuntamente
as Dez Ações de Parceria
para a Modernização.
Nos últimos anos, a
cooperação prática entre
a China e África em
diversos domínios tem-se
aprofundado
continuamente e
produzido resultados
cada vez mais sólidos,
tornando-se um modelo da
cooperação Sul-Sul e
contribuindo de forma
significativa para a
modernização dos países
do Sul Global.
IV. Promover a
cooperação entre a China
e São Tomé e Príncipe
sob a orientação da
parceria estratégica Na
nova era, o Partido
Comunista da China
continuará a pautar-se
pelos princípios do
respeito mútuo, do
tratamento em pé de
igualdade e do
benefícios mútuos e
ganhos compartilhados.
Juntamente com os
partidos políticos de
São Tomé e Príncipe,
estreitará a amizade
entre os povos,
expandirá a cooperação
bilateral, promoverá a
sinergia entre os
resultados da FOCAC, do
Fórum para a Cooperação
Económica e Comercial
entre a China e os
Países de Língua
Portuguesa e a
construção da parceria
estratégica entre a
China e São Tomé e
Príncipe, e aprofundará
as cooperações nos
domínios das
infraestruturas,
agricultura, saúde,
formação de recursos
humanos, economia azul e
desenvolvimento verde,
transformando a amizade
entre os dois povos em
mais resultados
concretos de cooperação.
Hoje, num novo ponto de
partida assinalado pelo
105.º aniversário da
fundação do Partido
Comunista da China e
pelo 70.º aniversário do
estabelecimento das
relações diplomáticas
entre a China e os
países africanos, a
China continuará a
seguir uma política
externa independente de
paz, a defender o
princípio da
sinceridade, dos
resultados concretos, da
amizade e da boa-fé para
com África, bem como a
abordagem correta sobre
justiça e interesses.
Juntamente com os países
africanos, incluindo São
Tomé e Príncipe,
partilhará oportunidades
de desenvolvimento e
promoverá o bem-estar
dos povos, impulsionando
continuamente a
construção de uma
comunidade China-África
de futuro compartilhado
através da modernização
da China e dos países
africanos.
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