142 mil eleitores
prontos pra votar a 19
de
Julho em São Tomé e
Príncipe

11.06.2026 -
Presidenciais 19 de
Julho: STP atinge
142.298 eleitores
inscritos, mais 19 mil
que em 2022, São Tomé e
Príncipe conta com
142.298 eleitores
inscritos para as
eleições presidenciais
de 19 de Julho.
O número representa um
crescimento de quase 19
mil novos eleitores em
relação a 2022, segundo
dados provisórios da
Comissão Eleitoral
Nacional, CEN. A
informação foi avançada
pelo presidente da CEN,
Jeudiger Nascimento,
durante a divulgação dos
dados.
Maioria está em São Tomé
e mulheres lideram
Do total, 121.771
eleitores estão
inscritos no arquipélago
e 20.525 na diáspora. Os
cadernos eleitorais
ainda vão passar por
expurgo. Serão retiradas
pessoas que perderam o
direito de voto por
incapacidade e a
população prisional. As
mulheres são maioria no
eleitorado com 72.649
inscritas, equivalente a
51,05%. Os homens somam
69.647, ou 48,95%.
Jovens dominam o
eleitorado
O perfil do eleitor
são-tomense é jovem.
67.883 pessoas, 47,70%
do total, têm entre 18 e
35 anos. A faixa dos 36
aos 65 anos reúne 63.778
eleitores, 44,82%. Já os
maiores de 66 anos são
10.635, cerca de 7,47%.
Água
Grande continua com mais
eleitores
Na distribuição por
distritos e diáspora,
Água Grande lidera com
45.564 eleitores. Teve
um aumento de 4.623
inscritos desde 2022.
Mé-Zóchi aparece em
segundo com 30.454
eleitores, mais 3.599
que nas últimas
eleições.
A diáspora ocupa o
terceiro lugar com
13.165 inscritos. Foi o
maior salto: mais 5.787
eleitores. Nos demais
distritos: Cantagalo tem
12.486, Lobata 12.310,
Lembá 9.782, Região
Autónoma do Príncipe
6.168 e Caué 5.005
eleitores.
Recenseamento automático
deixa gente de fora
Pela primeira vez o
recenseamento foi
automático, feito a
partir da base de dados
da Direção dos Registos
Civis, avançou a Lusa.
Mas o presidente da CEN
admitiu falhas. "Muitas
pessoas ficaram fora do
sistema" e não vão poder
votar a 19 de Julho
devido a "alguns
constrangimentos", disse
Jeudiger Nascimento. Sem
avançar números, o
responsável explicou que
ficaram de fora
sobretudo quem não
estava nos cadernos de
2017 e 2021, além de
quem tem bilhete de
identidade perpétuo.
Por: João Soares
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