São Tomé e Príncipe
entrega pela primeira
vez carteira
profissional de jornalista

04.01.2026 - O
presidente da Comissão
de Carteira Profissional
de Jornalistas
são-tomense disse que há
um regulamento que
define os critérios para
atribuição da carteira,
entre os quais, ter no
mínimo o 12.º ano ou
formações profissionais
na área da comunicação
social, ou experiência
na profissão.
Pela primeira vez a
carteira profissional
aos jornalistas, e será
obrigatória dentro de
seis meses, para
eliminar
incompatibilidades e
dignificar mais a
profissão, disse o
presidente da Comissão
de Carteira Profissional
de Jornalistas (CCPJ)
são-tomense, Teotónio
Menezes.
“É a primeira vez na
história da Comunicação
Social são-tomense que
se atribui carteira
profissional aos
jornalistas […]. Para se
exercer a profissão, nós
temos que ter um
documento que nos
identifique como alguém
preparado para o
exercício dessa função”,
disse Teotónio Menezes
explicou que, há um
regulamento que define
os critérios para
atribuição da carteira,
entre os quais, ter no
mínimo o 12.º ano ou
formações profissionais
na área da comunicação
social, ou experiência
na profissão.
O grande desafio,
segundo disse, prende-se
com as situações de
incompatibilidades que
recai sobre grande parte
de jornalistas e
técnicos, que
habitualmente exercem
cumulativamente as
funções de assessoria,
em organismos públicos,
privados e Organizações
Não-Governamentais
(ONG).
Teotónio Menezes, citado
pela Lusa, sublinhou que
quem estará nessa
situação não poderá
solicitar a emissão da
carteira, pois não irá
receber o documento, no
entanto, terá que fazer
uma opção, “ou trabalhar
como assessor,
principalmente em cargos
políticos ou trabalhar
como profissional” de
imprensa.
O presidente da CCPJ
referiu que o exercício
do jornalismo em São
Tomé e Príncipe não é
incompatível com a
militância política.
por
Forbes Staff
