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Brasil vai capacitar jovens angolanos na indústria

do cacau para impulsionar produção local

29.03.2025 - O Instituto Brasil-África vai treinar 50 jovens angolanos na indústria do cacau de forma a capacitá-los "para impulsionar a produção local do cacau", disse à Lusa o seu presidente.

Através do programa 'Youth Technical Training Program' (YTTP), uma cooperação triangular entre Brasil, Angola e os Emirados Árabes Unidos, 50 jovens angolanos vão estar nas cidades brasileiras de Ilhéus e Itabuna, no estado nordestino da Bahia, "numa das regiões mais renomadas na produção de cacau no Brasil", entre 07 e 18 de abril, frisou à Lusa João Bosco Monte.

De acordo com o responsável brasileiro, esta iniciativa está alinhada com o objetivo do próprio Governo de Angola, que ambiciona reduzir a dependência do petróleo e de outros recursos naturais e "promover o desenvolvimento agrícola sustentável e diversificar a economia do país". Aos jovens vão-lhes ser ensinadas práticas, conhecimentos técnicos e terão acesso a técnicas inovadoras e boas práticas do setor.

"Além de fortalecer a cadeia de valor do cacau em Angola, o programa visa aumentar a competitividade do país no mercado internacional, promovendo a troca de experiências, a inovação tecnológica e o desenvolvimento de uma agricultura mais resiliente e sustentável", sublinhou o presidente do instituto que tem como objetivo promover a cooperação entre o Brasil e o continente africano.

 Depois dos jovens de Angola, seguem-se os da Guiné Bissau, para formação na cadeia produtiva do caju, no estado do Ceará, entre 05 e 16 de maio.

"Embora os setores escolhidos sejam diferentes, o objetivo do YTTP é o mesmo em ambos os países: capacitar jovens para fortalecer cadeias produtivas estratégicas, promover inovação e agregar valor aos produtos locais, contribuindo para o desenvolvimento sustentável e a competitividade no mercado internacional", frisou João Bosco Monte.

O objetivo do Instituto Brasil-África é o de capacitar 1.000 jovens africanos até o final de 2026 e, segundo o seu presidente, países como "Moçambique, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe são exemplos de países que apresentam grande potencial para receber futuras edições do programa".

MIM // MLL Lusa/Fim

 

 

 

 

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